Sócrates e a educação clássica
A verdadeira educação deve ser como um parto, tal como vemos no diálogo Teeteto, trazer à luz algo genuíno do aluno, sem esquecer da relação desse conhecimento com as verdades universais do saber superior de Deus.
A verdadeira educação deve ser como um parto, tal como vemos no diálogo Teeteto, trazer à luz algo genuíno do aluno, sem esquecer da relação desse conhecimento com as verdades universais do saber superior de Deus.
Esse é o caso dos criptojudeus, ou os marranos, como foram chamados os judeus convertidos ao catolicismo, mas mantendo as bases judaicas de maneira secreta.
Para Gabirol, o caráter imperfeito das coisas é devido à complexidade de suas próprias transformações, o qual retira a forma de sua unidade e espiritualidade originais.
O conhecimento não se equipara a uma experiência vivenciada na alma (nefesh), pois ela é capaz de harmonizar as contradições entre Deus e o mundo.
Digo civilização, pois se estamos vivos também o sentido de estarmos vivos deve compreender em qual lugar estamos para toda a história da humanidade.
Surge a pergunta “onde eu estou?”. Pergunta de grande importância, pois ao perguntar isso eu irei refletir sobre quem eu realmente sou, com quem ando, quais são minhas influências, o que almejo para minha vida.
O coração é, dentro do corpo, a pedra fundamental do Templo celestial. E a recomendação dos doutores talmúdicos de direcionar o coração em oração para o Santo dos Santos não significa apenas uma orientação, mas uma identificação ou uma intenção de identificação.
Pois a língua para a qual vocês traduziram não era a da fala cotidiana nem a da literatura alemã da década de 1920. Vocês almejavam um alemão que, extraindo sustento de tendências anteriores, estava potencialmente presente na língua, e foi justamente esse utopismo que tornou sua tradução tão emocionante e estimulante.
Mas não apenas neste aspecto o silêncio revela. Ele também pode ser a passagem da comunicação… local onde as coisas íntimas se encontram.
O compositor não sabia, mas naquele momento ele musicou a cultura perenialista do século XX.
Esse impressionante papel oracular da questão também é capaz de compreender algo que não se prende a imagens ou histórias, mas sim a situações vividas no presente com singularidade espaço temporal.
O começo espiritual de Abrahão diz respeito a essa missão de ir para o oeste sem medo, pois ele enfrentaria também os grandes desafios de ser estrangeiro. Não seremos também estrangeiros em nossa própria terra?